.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Sacerdotisa Episcopal Sente a Presença de Deus no Templo Mórmon

Templo Mórmon de Kansas City
Danielle Tumminio, uma sacerdotisa episcopal, aproveitou a oportunidade para comparecer à visitação pública do Templo Mórmon de Kansas City. Ela conhecia um pouco sobre a historia tumultuosa de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (frequentemente chamada de Igreja Mórmon) no Missouri, e ela ficou impressionada pela determinação dos Santos dos Últimos Dias em voltar a construir um templo. Cerca de 175 anos atrás os Santos dos Últimos Dias (Mórmons) foram expulsos para fora do estado do Missouri por uma ordem de extermínio emitida pelo governador. No inicio do século de 1900, os Santos dos Últimos Dias começaram a voltar, vagarosamente, para este estado, apesar dos preconceitos e mal entendidos contra eles.
Agora há um número suficiente de Santos dos Últimos Dias reunidos novamente nessa área, e agora estão erigindo um templo Mórmon.
Os Santos dos Últimos Dias consideram o seu templo o lugar mais sagrado na Terra. O acesso é limitado para os membros fieis de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias que aderem à fé e vivem padrões morais altamente elevados. Entretanto, antes de um novo templo ser dedicado, ele é aberto ao publico para visitação durante um período que geralmente dura em média de duas a três semanas.
Tumminio não queria perder sua oportunidade de ver um templo Mórmon e de obter um melhor conhecimento sobre o modo como são usados. Ela foi movida tanto pela posição proeminente que o Mormonismo tem mantido na mídia atualmente e por sua própria curiosidade.
Ela fez algumas perguntas para si mesma antes de entrar no templo:
Com o que um templo Mórmon se parece, e o que acontece ali dentro?
Eu conseguiria sentir a presença de Deus neste espaço, mesmo que este espaço não seja sagrado para mim?
Tumminio enfatizou que ela não sentiu nenhuma pressão por parte dos voluntários presentes na visitação publica para que se convertesse à religião Mórmon. Ela observou que todos eram atenciosos e gentis, e que se vestiam muito bem. Os voluntários ofereciam visitas monitoradas gratuitas, abaixavam-se para auxiliar os visitantes a calçarem os sapatos protetores (que todos os visitantes tinham que usar para proteger o templo de ficar sujo), e lhe ofereceram biscoitos ao término da visita. Ela pode ver todas as partes do templo, desde os vestiários até a Sala Celestial (o lugar mais sagrado em qualquer templo). Ela ficou impressionada com a sinceridade dos voluntários e o desejo que tinham de responder todas as perguntas que ela tinha – mesmo as mais controversas.
Tumminio observou corretamente que os Santos dos Últimos Dias (Mórmons) vão para os templos para se aproximarem mais de Deus, assim como os judeus faziam em Jerusalém antes de o templo ser destruído. Embora os Santos dos Últimos Dias frequentem os templos por várias razoes (casamentos, batismo para os mortos, o selamento de famílias, etc.) todos são sagrados e envolvem convênio com Deus. Um das cerimônias mais importantes é a investidura do templo Mórmon. Esta é uma época em que Santos dos Últimos Dias fiéis fazem promessas para Deus, e recebem a promessa de bênçãos de acordo com sua fidelidade e aprendem mais sobre o seu relacionamento com Deus.
Em sua visita, Tumminio percebeu que os templos Mórmons, diferentes de catedrais, são divididos em salas menores que servem para propósitos diferentes, conforme descrito acima. Na última sala, a Sala Celestial, Tumminio teve uma experiência sagrada. Ela procedeu pelas salas de instrução, uma após a outra (em um total de três salas), antes de chegar à Sala Celestial, “um espaço designado para dar ao que frequentam este lugar um gostinho de como será o céu”, conforme descreveu Tumminio.
Descrevendo a sala como simples, porém ornamentada, Tumminio disse que o guia do seu grupo convidou os visitantes a ficarem em silencio por um tempo e orar e meditar. Tumminio descreveu a sua experiência:
“Assim como Dante, que viu Deus face a face, mas não teve palavras para descrever seu encontro, Eu tenho poucas palavras para descrever o que eu senti naquele momento. Mas eu posso dizer isto: Embora não tenha me convertido, nem fez com que eu quisesse ser uma Mórmon, o silêncio e paz que eu senti me lembrou de muitas outras ocasiões em que me senti próxima de Deus, quer seja na catedral Episcopal, em um oceano quente e calmo ou em meu carro velho. E por causa disto, eu entendi por que os templos existem e porque eles são tão importantes para os Mórmons em todo o mundo”.
É um efeito maravilhoso que a visitação pública dos templos Mórmons tem em fazer com que as pessoas tenham uma experiência semelhante às de Tumminio, ajudando a eliminar as dúvidas e suspeitas referentes aos Santos dos Últimos Dias (Mórmons). Quando uma pessoa visita um templo, o Espírito de Deus está lá.  Uma pessoa não tem que se converter para sentir o quão sagrado o templo é, assim como um Santo dos Últimos Dias pode sentir o espírito de Deus em uma catedral católica.

Nenhum comentário:

Postar um comentário