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terça-feira, 20 de junho de 2017

Sud News Brasil - SNB , Lança Nova Logomarca.

Logo perde o azul no centro e se apresenta branca, com traços limpos e cores vivas.




Desde 2005 o Blog SUD NEWS BRASIL (SNB) tem apresentado notícias, informações e novidades 
sobre A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e a comunidade mórmon no Brasil e em todo o mundo.  O blog foi criado por Elias Rozendo meses depois de sua conversão na Igreja em Manaus-AM, e era conhecido como ''MÓRMON NEWS'' (seu primeiro nome na época). 

 O projeto começou como um jornal de ala (Ala Nova Canaã)  e que depois se transformou em um informativo da Estaca Samaúma Brasil em 2008; Consequentemente o projeto se expandiu e tornou-se desde 2006 o primeiro blog de noticias SUD no Brasil, em parceria com a extinta MQC (Mas que coisa) de Curitiba-PR.  Em 2015 de concorrente, o SNB se tornou parceiro do maior Portal de Noticias do Brasil Osmórmons.com, projeto de Carlos Wizard e Murilo Vicente.


          
Evolução das Logomarcas Sud News Brasil - SNB





 - A renovação é uma característica da Sud News Brasil/SNB. O Blog vem evoluindo e encontrando maneiras sempre inovadoras de reforçar seu compromisso com o público e sua vocação de informar, divertir e contribuir nos esforços de informar.  O branco é a soma de todas as cores e a que melhor representa um blog de noticias que busca o tempo todo mostrar as noticias do Brasil e a sua diversidade. 

 Parabéns pelos seus 12 Anos no ar!👏👏

terça-feira, 23 de maio de 2017

URGENTE - Declaração Oficial da Igreja



23 de Maio de 2017
A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, deu a seguinte declaração nesta tarde:
Por causa das limitações decorrentes de sua idade, o Presidente Thomas S. Monson já não está freqüentando mais as reuniões nos escritórios da Igreja regularmente. Ele se comunica com seus conselheiros sobre determinados assuntos, conforme a necessário. O Presidente Monson agradece o trabalho da Primeira Presidência e do Quórum dos Doze Apóstolos e deseja que continue sem interrupção. Ele aprecia as orações e o apoio dos membros da Igreja no mundo inteiro.

Agência de Notícias : Mormon News Room - Salt Lake City - USA

segunda-feira, 22 de maio de 2017

DEDICAÇÃO DO TEMPLO DE PARIS, FRANÇA

Em 4 de junho de 1998, durante uma turnê europeia para dedicar o Templo de Preston na Inglaterra, o Presidente Gordon B. Hinckley reuniu-se com cerca de 2.400 membros de duas estacas de Paris e três distritos periféricos. Em suas observações, ele disse:
“Quando vim aqui depois da guerra, havia tão poucos membros da Igreja, e agora há 30.000 de vocês”. Ele continuou: “Eu não quero construir suas esperanças, mas chegou o momento em que vocês merecem ter um templo entre vocês, e nós vamos procurar um lugar para construir um. Não sei quanto tempo. Entretanto, convido cada um de vocês, meus irmãos e irmãs, a pleitear com o Senhor individualmente em suas orações para nos conduzir a uma propriedade nesta grande cidade, ou em seus arredores, onde podemos construir uma casa do Senhor, para que não tenhas de viajar cinco horas para Frankfurt ou seis horas para Berna. Por favor unam as vossas orações com a nossa, e virá o tempo, e espero que seja rápido, quando poderemos construir em algum lugar nesta área, uma casa do Senhor, um templo sagrado, no qual vocês poderão ir e fazer essa obra que só se encontra nos templos do Senhor.”

Em Maio de 2004, o Presidente Hinckley regressou a Paris, pouco depois da dedicação do Templo de Copenhagen na Dinamarca. Ele se reuniu com os membros franceses em 28 de Maio em um salão de convenções do hotel na propriedade da Euro Disney. Comentando a próxima dedicação do Templo de Manhattan em Nova York , o Presidente Hinckley expressou:
“Gostaria de poder anunciar que poderíamos ter um templo aqui, mas ainda não temos um lugar adequado para construí-lo. Vamos continuar a olhar, eu não sei quando será construído, mas estou confiante de que teremos um templo para os franceses da Igreja em algum momento no futuro”. Continuando ele disse: “Vocês são dignos das mais ricas bênçãos da Igreja. Dignos de toda bênção que esta Igreja tem para oferecer, e não há bênção maior do que a bênção da Casa do Senhor. E irmãos e irmãs, peço-lhes para sejam pacientes por um tempo. Eu sei que é um longo caminho para Frankfurt onde vocês vão. Espero que vocês possam continuar a ir lá, mas em algum momento no futuro uma bela Casa do Senhor vai agraciar este país.”

Depois de muitas consultas e reuniões, o terreno atual foi adquirido. Muito foi feito para a conscientização do povo de Paris sobre os propósitos de um templo de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. As aprovações eram feitas pelo conselho municipal e a opinião dos moradores do bairro era muito importante. Embora o processo tenha demorado, tudo foi feito em conformidade com a prefeitura, o planejamento urbano da cidade, e aprovação dos moradores locais.

ANÚNCIO DO TEMPLO

Em 15 de julho de 2011, a Igreja divulgou uma declaração oficial do Presidente Thomas S. Monson anunciando a esperança da Igreja para construir um templo nos arredores de Paris. O Presidente Monson fez o seu anúncio da Conferência em 1 de outubro de 2011, na sessão de abertura da 181ª Conferência Geral Semestral. Depois de ler uma lista de vários templos novos, ele afirmou: “Além disso, estamos avançando em nossos planos para um templo a ser construído em Paris, na França.” ²

CELEBRAÇÃO CULTURAL

No sábado, 20 de maio de 2017, foi realizada uma comemoração cultural. Essa comemoração foi apresentada pelos jovens da região através de narração, música e dança.

DEDICAÇÃO

O Templo de Paris França será dedicado em três sessões às 9h00, 12h00 e 15h00 no domingo, 21 de maio de 2017. Todas as sessões serão transmitidas para unidades de língua francesa na área da Europa. Para permitir que os santos participem na dedicação do templo e para colocar o foco apropriado neste evento sagrado, as reuniões de bloco de três horas serão canceladas nesse dia para esses membros.
Ao contrário de outros templos mórmons, o Templo de Paris França não tem um anjo Moroni no topo do templo. “Havia algumas restrições de altura em nosso bairro”, disse Ramon Lopez Martinez, gerente de projeto do templo. “No entanto, temos uma estátua Christus … feita de pedra na Itália, e é uma grande adição ao nosso belo jardim.”
“E ter este Christus no jardim do templo é para testemunhar que somos uma igreja cristã e que cremos em Cristo e sabemos que Ele é nosso Salvador e Redentor”, disse o membro Louis Marie Liebard. ³
O noticiário Francês Le Point  noticia a construção do templo de Paris França. E Gerald Caussé, Bispo Presidente, explica um pouco sobre as crenças e o significado do templo para os membros da Igreja. Nesse vídeo é possível ver algumas belas imagens do Templo de Paris França.

Informações da Sala de Imprensa Mórmon

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Refugiado da Nigéria, Serve Como Missionário da Igreja.



O jovem nigeriano, diariamente presencia, centenas de refugiados que saíram de suas terras nativas - principalmente da África ou do Oriente Médio - e que fogem das perseguições religiosas, da devastação econômica, das instabilidades políticas, Limpeza étnica ou condições de vida impossíveis de viver.

Em seus 20 anos ele ''ostenta'' uma camisa branca, calças, mas com um grande propósito. Os refugiados que ele vê - de todas as idades - podem não ter muito mais do que as roupas; eles estão procurando trabalho, comida, estabilidade ou o que o amanhã pode trazer eles estão em busca de sonhos.

O que o jovem não vê é o seu lugar entre eles.

Porque há menos de cinco anos, Bolaji Oyebanji, um recém-convertido de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias - sobreviveu a um tiroteio e derramamento banho de sangue na sua casa na Nigéria por extremistas muçulmanos; sobreviveu porque se escondeu no telhado de sua casa.

Há menos de dois anos, Adepoju - um dos 200 refugiados empacotados dentro de um barco abandonado na Líbia e levado para a Europa - foi resgatado do mar pela guarda costeira italiana, escapando do destino de seus dois irmãos.

Uma vez refugiado, ele agora é um missionário Mórmon que serve em um país que se tornou um ponto de chegada para os refugiados.

"Eu não penso mais em mim", disse o Élder Adepoju em uma entrevista recente com o Deseret News. "Eu sinto muito por eles. Sinto pelas pessoas que deixaram tudo o que tinham e vieram a este lugar com nada além de sua vida apenas. "

Sua própria vida era tudo o que ele tinha no dia de seu resgate - em 15 de agosto de 2015.


Esta é a sua história - como relatado ao Deseret News, combinado com a sua narração de um vídeo de sete minutos, conforme publicado na versão italiana da LDS Church's Mormon Newsroom.


quarta-feira, 17 de maio de 2017

O Campo Já Está Branco




O Senhor disse: 
“O campo já está branco para a ceifa”. (D&C 4:4).

O simbolismo da frase “o campo já está branco para a ceifa” tem a ver com o aspecto branco de

um campo de grãos maduros sob a luz forte do sol. O Senhor usou essa frase várias vezes ao declarar que a Terra está pronta para a reunião das almas. (Ver D&C 4:4; 6:3; 11:3; 12:3; 14:3; 33:3, 7.) Muitos filhos do Pai Celestial estão preparados para ouvir e aceitar o evangelho restaurado. Estão prontos para ser levados à Igreja do Senhor como parte da colheita dos últimos dias.Em fevereiro de 1829, quando o Senhor disse que o campo estava branco para a ceifa (ver D&C 4:4). Ele começou a abrir as portas da obra missionária em todo o mundo.

Ele espera que façamos o mesmo que foi feito por nós, ao ser nos apresentado o evangelho de Jesus Cristo. 

O Presidente Gordon B. Hinckley disse: “Busquemos o mundo em nosso grande serviço missionário, ensinando todos os que quiserem ouvir a respeito da restauração do evangelho, falando sem medo, mas sem pretensão, a respeito da Primeira Visão, testificando do Livro de Mórmon e da restauração do sacerdócio. Fiquemos de joelhos, meus irmãos e irmãs, e oremos pela oportunidade de levar aos outros a alegria do evangelho” (A Liahona, julho de 2000, pp. 106–107).

Não podemos ficar esperando que simplesmente de braços cruzados achando por que temos belos edifícios e isto por si só fará tudo, atraindo as pessoas a Igreja do Senhor, cabe a nós como membros de Sua Igreja ir buscar usar todos os recursos disponíveis que O senhor nos concede. Um dia Ele nos perguntará o que fizemos com o nosso tempo,bens e talento que prometemos em um determinado "LUGAR" que usaríamos pra Ele e por Ele, para edificação do seu reino aqui na terra; qual vai ser a resposta que muitos vão dar neste momento?

Agora o que devemos compartilhar com as pessoas? E como deve ser feito isto?

O que é o evangelho que devemos partilhar com as pessoas? Em Sempre Fiéis: Tópicos do Evangelho, o evangelho é definido como “o plano de felicidade de Nosso Pai Celestial. A doutrina central do evangelho é a Expiação de Jesus Cristo”. ([2004], p. 76. O Dicionário Bíblico da edição inglesa das escrituras ensina: “A palavra evangelho significa boas-novas. As boasnovas são que Jesus Cristo realizou uma expiação perfeita pela humanidade que redimirá toda a humanidade da morte física e recompensará cada pessoa segundo suas obras. Essa expiação se iniciou quando
Ele foi escolhido no mundo pré-mortal, mas foi consumada por Jesus durante Sua vida mortal”

(“Gospels”, p. 682).

Temos a nossa disposição varios materiais de apoio para o nosso auxilio nesta grande tarefa. ( Moisés 1:39) 
Em Pregar Meu Evangelho, um guia para o serviço missionário, aprendemos: “O evangelho de Jesus Cristo define sua mensagem e seu propósito; ou seja, ele determina o ‘quê’ e o ‘porquê’ do trabalho missionário. O Salvador definiu Seu evangelho de modo a incluir algumas doutrinas muito básicas e essenciais. Ele veio ao mundo para fazer a vontade de Seu Pai, e Seu Pai O enviou ao mundo para ser levantado na cruz. Por meio de Sua Expiação e Ressurreição, todos os homens serão levantados para colocarem-se diante de Cristo para serem julgados por suas obras,
tenham sido elas boas ou más. Aqueles que exercem fé em Cristo, arrependem-se de seus pecados e são batizados em nome de Cristo podem ser santificados pelo Espírito Santo. Se perseverarem até o fim, estarão sem manchas perante Cristo no último dia e entrarão no descanso do Senhor. Cristo os considerará inocentes perante o Pai. Ele será seu Mediador
e Advogado” ([2004], p. 5).



domingo, 14 de maio de 2017

''Eis Aí Tua Mãe''


Élder Jeffrey R. Holland
Do Quórum dos Doze Apóstolos
Uno-me a vocês em estender as boas-vindas ao Élder Ronald A. Rasband, ao Élder Gary E. Stevenson e ao Élder Dale G. Renlund e a esposa de cada um deles ao convívio mais doce que poderiam imaginar.
Profetizando sobre a Expiação do Salvador, Isaías escreveu: “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si”.1 Uma majestosa visão moderna salientou que “[Jesus] veio ao mundo (…) para tomar sobre si os pecados do mundo”.2 Tanto as escrituras antigas quanto as modernas testificam que Ele “redimiu-os e sustentou-os e carregou-os em todos os dias da antiguidade”.3 Um hino favorito nos diz: “Vem ouvir teu Salvador!”4
Suportar, sustentar, carregar e libertar. Essas são vigorosas e encorajadoras palavras messiânicas. Trazem consigo ajuda e esperança de uma passagem segura de onde nos encontramos para onde precisamos estar, mas a qual não podemos alcançar sem auxílio. Essas palavras também conotam fardo, luta e fadiga — palavras extremamente adequadas para descrever a missão Daquele que, a um preço inexprimível, nos eleva quando caímos, carrega-nos adiante quando as forças se exaurem e nos leva em segurança para casa quando isso parece estar bem além de nosso alcance. “Meu Pai enviou-me”, disse Ele, “para que eu fosse levantado na cruz; (…) a fim de que, assim como fui levantado (…), assim sejam os homens levantados (…) para (…) mim”.5
Porém, você consegue ouvir nessas palavras outra esfera da labuta humana na qual também evocamos palavras como suportarsustentarcarregar e libertar? Tal como Jesus disse a João no exato momento da Expiação, Ele diz a todos nós: “Eis aí tua mãe!”6
Declaro hoje, deste púlpito, o que já foi dito aqui antes: que nenhum amor na mortalidade se aproxima mais do puro amor de Jesus Cristo do que o abnegado amor que uma mãe dedicada tem por seu filho. Quando Isaías, falando messianicamente, quis transmitir o amor de Jeová, ele evocou a imagem da devoção de uma mãe. “Porventura pode uma mulher esquecer-se de seu filho que cria?” perguntou ele. Que absurdo, foi o que ele quis dizer, porém não tão absurdo quanto achar que Cristo Se esquecerá de nós.7
Esse tipo de amor resoluto “é [sofredor] e é [benigno] (…); não busca seus interesses, (…) mas (…) tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”.8 O mais encorajador de tudo é que essa fidelidade “nunca falha”.9 “Porque as montanhas desaparecerão e os outeiros serão removidos”, disse Jeová, “mas a minha benignidade não se desviará de ti”.10 Nossas mães dizem o mesmo.
Elas não apenas nos carregaram no ventre, mas continuam nos ajudando a carregar os nossos fardos. Não são apenas os nove meses da gestação, mas, sim, uma vida inteira de carinhosa atenção que torna a maternidade um feito tão impressionante. É claro que existem dolorosas exceções, mas a maioria das mães sabe intuitiva e instintivamente que essa é uma responsabilidade sagrada da mais alta ordem. O peso desse entendimento pode ser muito assustador, especialmente sobre jovens ombros maternos.
Uma maravilhosa jovem mãe recentemente me escreveu: “Como um ser humano pode amar tão profundamente um filho a ponto de dispor-se a abdicar de grande parte de sua liberdade em favor dele? Como pode um amor mortal ser tão forte a ponto de voluntariamente sujeitarmo-nos a responsabilidades, vulnerabilidade, ansiedade e sofrimento, e persistir em fazê-lo continuamente? Que tipo de amor mortal pode fazer com que sintamos, após ter um filho, que a vida jamais voltará a ser só nossa novamente? O amor materno tem que ser divino. Não existe outra explicação. O que as mães fazem é um elemento essencial do trabalho de Cristo. Saber isso seria suficiente para mostrar-nos que a repercussão desse amor varia entre insuportável e transcendental, por muitas e muitas vezes, até que, quando a última criança da Terra alcançar a segurança e a salvação, possamos também dizer, com Jesus: ‘[Pai!] [Consumei] a obra que me deste para fazer’”.11
Com a elegância dessa carta ecoando na mente, gostaria de contar três experiências que refletem a majestosa influência das mães, testemunhadas em meu ministério nestas últimas semanas.
Meu primeiro relato é uma advertência lembrando-nos de que nem todos os esforços maternos têm um final de conto de fadas, pelo menos não imediatamente. Esse lembrete resulta de minha conversa com um amado amigo, que eu conhecia há mais de 50 anos. Ele estava morrendo e estava afastado da Igreja, a qual sabia em seu coração ser verdadeira. Não importa o quanto eu tentasse consolá-lo, não conseguia trazer-lhe paz. Por fim, ele se abriu comigo. “Jeff”, ele disse, “por mais doloroso que será apresentar-me diante de Deus, não posso suportar a ideia de estar diante de minha mãe. O evangelho e seus filhos significavam tudo para ela. Sei que parti o coração dela, e isso está me angustiando”.
Agora, tenho absoluta certeza de que, após seu falecimento, sua mãe recebeu meu amigo com amor e de braços abertos; é isso que os pais fazem. Mas a advertência dessa história é que os filhos podem partir o coração de sua mãe. Vemos também aqui outra comparação com o divino. Não preciso lembrar-nos de que Jesus morreu de coração partido, um coração cansado e desgastado por carregar os pecados do mundo. Então, em qualquer momento de tentação, que olhemos para nossa mãe assim como para nosso Salvador e os poupemos da tristeza de nosso pecado.
Em segundo lugar, falarei de um rapaz que foi dignamente para o campo missionário, mas, por escolha própria, voltou para casa mais cedo devido à atração por pessoas do mesmo sexo e a um trauma que ele sofreu a esse respeito. Ainda era digno, mas sua fé estava em um nível crítico, seu fardo emocional ia se tornando cada vez mais pesado e seu sofrimento espiritual era cada vez mais profundo. Seu estado de espírito alternava entre mágoa, confusão, raiva e consternação.
Seu presidente de missão, seu presidente de estaca e seu bispo passaram inúmeras horas com ele, conversando, chorando e abençoando-o. Porém, grande parte de sua mágoa era tão pessoal que ele conservava ao menos parte dela fora do alcance deles. O querido pai nessa história dedicou-se completamente a ajudar aquele filho, mas as exigências de seu emprego fizeram com que frequentemente o longo período de escuridão e tribulação fosse enfrentado apenas pelo rapaz e pela mãe. Dia e noite, primeiro por semanas, depois por meses que se transformaram em anos, eles procuraram ajuda juntos. Em períodos de amargura (principalmente dele, mas às vezes dela também) e de medo interminável (na maioria das vezes dela, mas às vezes dele também), ela suportou as dores do filho — aí está novamente essa bela e intensa palavra. Prestou seu testemunho do poder de Deus, de Sua Igreja, mas especialmente do amor Dele por esse filho. Do mesmo modo, ela testificou sobre seu amor eterno e ilimitado por ele. Para juntar aqueles dois pilares absolutamente essenciais de sua própria existência — o evangelho de Jesus Cristo e sua família —, ela derramou a alma em intermináveis orações. Ela jejuou e chorou, chorou e jejuou. Em seguida, ouviu esse filho repetidas vezes dizer-lhe como seu coração estava partido. Assim, ela o carregou — novamente — só que dessa vez não por nove meses. Dessa vez, ela achou que essa luta em meio ao destroçado cenário do desespero dele não teria fim.
Mas, com a graça de Deus, com sua própria tenacidade e com a ajuda de muitos líderes da Igreja, amigos, familiares e profissionais, aquela mãe persistente viu seu filho retornar para a terra prometida. Com tristeza, reconhecemos que essa bênção não vem, ou ao menos ainda não veio, a todos os pais que se angustiam com uma ampla variedade de situações em que seus filhos se encontram, mas havia esperança ali. E a orientação sexual daquele filho não mudou milagrosamente — ninguém supôs que mudaria. Mas, pouco a pouco, o coração dele mudou.
Ele começou a voltar para a Igreja. Decidiu tomar o sacramento com real intenção e com dignidade. Recebeu novamente uma recomendação para o templo e aceitou o chamado para servir como professor do Seminário matutino, sendo maravilhosamente bem-sucedido nesse cargo. E agora, depois de cinco anos, por sua própria vontade e com o auxílio considerável da Igreja, ele retornou ao campo missionário para completar seu serviço ao Senhor. Chorei por causa da coragem, da integridade e da determinação desse jovem e de sua família para encontrar uma solução e ajudá-lo a manter sua fé. Ele sabe que deve muito a muitas pessoas, mas sabe que deve muito mais a duas figuras messiânicas em sua vida, que o sustentaram e o carregaram, trabalharam com ele e o livraram — seu Salvador, o Senhor Jesus Cristo, e sua determinada, redentora e absolutamente santa mãe.
Por fim, contarei algo que aconteceu na rededicação do Templo da Cidade do México, México, há apenas três semanas. Foi lá, com o Presidente Henry B. Eyring, que vi nossa querida amiga Lisa Tuttle Pieper levantar-se naquele tocante serviço dedicatório. Mas ela o fazia com alguma dificuldade, porque com um dos braços sustentava o peso de sua amada filha, Dora, que tem uma severa deficiência, enquanto que, com o outro braço, ela tentava mover a mão direita atrofiada de Dora de modo que aquela fisicamente limitada, todavia eternamente preciosa filha de Deus, pudesse acenar um lenço branco. E assim, com murmúrios inteligíveis apenas para ela e para os anjos do céu, pudesse bradar: “Hosana, hosana, hosana a Deus e ao Cordeiro”.12
A todas as mães, em todos os lugares, do passado, do presente ou do futuro, eu digo: “Obrigado. Obrigado por darem à luz, por moldarem almas, por formarem o caráter e por demonstrarem o puro amor de Cristo. Às mães Eva, Sara, Rebeca e Raquel, à Maria de Nazaré e à Mãe Celestial, digo: “Obrigado por seu papel vital em cumprir os propósitos da eternidade”. Para todas as mães em todas as circunstâncias, inclusive para aquelas que têm dificuldades — e todas terão —, eu digo: “Fiquem em paz. Acreditem em Deus e em si mesmas. Vocês estão se saindo melhor do que imaginam. De fato, vocês são salvadoras no Monte Sião13 e, como o Mestre a Quem seguem, seu amor ‘nunca falha’”.14 Não posso prestar maior tributo a qualquer outra pessoa. Em nome de Jesus Cristo. Amém.
OCULTAR REFERÊNCIAS 

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Noivos Mórmons Vendem Doces No Sinal, Para Juntar Dinheiro e Realizar Festa De Casamento



O casal Maria Rafaela, de 19 anos, e João Paulo, de 21, estão vendendo doces para arrecadar dinheiro para pagar a festa de casamento e comprar uma casa. Os jovens, que estão desempregados, vendem pirulito, cocada e pé de moleque pelas ruas e semáforos, da cidade de Cuiabá.
A cocada e o pé de moleque são feitos pelos noivos. Ela aprendeu as receitas com a mãe e a avó quando era criança e ensinou ao namorado. "Sou apaixonada por confeitaria, sonho em abrir meu próprio negócio. Eu ensino para ele e fazemos tudo juntos", contou a jovem.

A sugestão de vender os doces partiu de uma amiga de João Paulo, durante uma viagem a São Paulo. Ele compartilhou a ideia com a namorada, que decidiu pesquisar formas de arrecadar dinheiro. O planejamento foi feito em três semanas e as vendas começaram na segunda-feira (8)."Percebi que a maioria dos casais que ia para as ruas arrecadar dinheiro não usava nenhum figurino. Decidi, então, que iríamos nos vestir de noivos", disse.No semáforo, o noivo de ajoelha e simula um pedido de casamento.

Eles passam cerca de duas horas por dia no semáforo. Ainda não foi estabelecida uma meta de arrecadação. Em média, estão arrecadando R$ 100 por dia.De acordo com a jovem, essa foi a alternativa que os dois viram para conseguir tirar os planos do casamento do papel, já que ambos estão desempregados no momento.

"A recepção e as vendas na rua foram ótimas, melhor do que a gente esperava. E, além de tudo, podemos espalhar o amor para as pessoas", contou.Maria se formou recentemente no curso de técnico em química, no Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), e João se prepara para começar os estudos no curso de física na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
Eles dizem ignorar críticas de que são novos para casar. Eles dizem ignorar críticas de que são novos para casar.O casal se conheceu há dez anos, ainda no período escolar, e desde então não perderam o contato. "Sempre fomos bons amigos, mas só há dois anos que decidimos assumir o que sentíamos um pelo outro e começamos a namorar sério", explicou.

Apesar da pouca idade, os jovens estão certos quanto à vida que pretendem construir juntos. Maria explica que é normal as pessoas dizerem que são muito jovens para casar, mas, segundo eles, as críticas são encaradas com tranquilidade.
"Nós queremos estudar e trabalhar também, mas queremos tudo isso juntos. Além disso, o casamento vai ser apenas em 2019. Respeito muito a opinião das pessoas, mas também respeito o amor que sentimos. Temos o apoio dos nossos pais para tudo", contou.

(Fotos de Aquivo Pessoal)


''...Se você é um jovem em idade adequada e não está casado, não perca tempo em atividade
inúteis. Siga em frente na vida e concentre-se em casar-se. Não fique à toa nesse período da vida. Rapazes, sirvam uma missão digna. Depois, faça com que sua mais alta prioridade seja encontrar uma digna companheira eterna. Quando achar que está desenvolvendo interesse por uma jovem, mostre-lhe que você é uma pessoa excepcional que ela acharia interessante conhecer melhor. Leve-a para lugares que valem a pena. Mostre uma certa criatividade. Se quer ter uma esposa maravilhosa, você tem de fazê-la ver em você um homem maravilhoso e um marido em perspectiva. Se encontrou alguém, vocês podem ter um namoro e um casamento extraordinariamente maravilhosos, e serem muitíssimo felizes eternamente, se permanecerem dentro dos limites de dignidade que o Senhor estabeleceu....''

As Bênçãos Eternas do Casamento
Élder Richard G. Scott
Do Quórum dos Doze Apóstolos